Elis, porventura minha
Perco o amor que deveras sentiaCulpo toda resiliência presente em mim
Aquele ódio que restou
Não preciso explicar tudo isso
Polpe-se da labuta de me amar
Irá se esvair por entre meus dedos
Assim como areia
Sebemos onde vou me afundar
Perdido, não mais tão perdido
Tomarei um norte, não vou
Quem sabe eu sigo nessa dança
Estabelecendo meu compasso
Elis, chegou a hora de largar do teu braço
Emerson Costa
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